Levantei da cama e achei que tudo fosse dar errado naquele dia. Pior é quando você tem essa impressão logo quando nasce, pra mim nem vale tentar mais. Se você tem essa impressão logo quando nasce, J.C, desista logo, ou então se embebede o máximo possível pra esquecer isto.
É assim que eu resolvo a minha questão.
Como estava dizendo, levantei da cama. A verdade é que não era uma cama, estava deitado no chão. É ruim quando você acorda e acha que tudo vai dar errado no dia, pior ainda é quando você acorda deitado num lugar que você não sabe a mínima onde diabos é.
Por sorte achei uma garrafa de vinho abandonada, tornei-a minha.
Olhei para todos os lados, não vi ninguém, resolvi desbravar um pouco mais o lugar.
Um dos quartos estava com a porta aberta, vi duas mulheres deitadas, NUAS, não acreditei, cheguei mais perto e elas realmente estavam ali NUAS, elas eram lindas, uns cabelos compridos, uns rostos de boneca, peitos, J.C, que peitos! peitos, rostos, cabelos, pernas, o que diabos estava acontecendo ali?
Resolvi boliná- las.
A ânsia de vômito que já me acompanhava desde que me levantei voltou, virei a cabeça para o lado e vomitei. Algo do dia anterior realmente não me fez bem. As mulheres acordaram, não sei se pelo barulho, pelo cheiro ácido do vômito ou pela bolinação.
A loira levantou, viu a cena e saiu correndo. A morena ficou ali, perguntou até se eu estava bem e continuou nua com as pernas meio abertas querendo que eu a comesse, pensei. Eu nunca gostei de loiras mesmo, tentei me enganar.
Como seria bom as duas ali, nuas naquela cama, J.C!
A morena que até o momento parecia querer dar pra mim teve um surto e se levantou rapidamente procurando algo para se cobrir. Conseguiu. Então tentei continuar a conversa...
- Você lembra como chegamos aqui? E o que estavamos fazendo ontem a noite?
- Não, a verdade é que não lembro de nada.
Ela sabia o mesmo que eu.
Isso não era bom!
Fomos atrás da loira, ela poderia saber de algo.
Eu estava vestido, a blusa muito suja de bebida e vômito, mas pelo menos estava vestido. Andamos. A casa era enorme. A loira estava sentada num sofá, fomos naquela direção. Mas antes disso vimos um casal de homens, também nus, transando. Aquela cena não me foi lá muito bonita, eu era careta e não queria mudar isso, o casal pode até ter nos notado, mas não pararam, continuaram ali, entretidos no ato. A morena que se chamava Marina, de olhos e boca calmos, mentiu que não sabiam quem eles eram, cheguei a essa conclusão sozinho depois. Seguimos em direção à loira. Marina a conhecia, o nome dela era Sarah, ela também não sabia muito sobre a noite anterior, tinha mãos e gestos agitados, ainda estava nua e me deu um susto quando disse:
- Quer me comer?
Eu não era muito feio, mas poxa, eu estava mal cheiroso, bêbado e precisava de cigarros, eu estava enfraquecido com aquilo tudo e mesmo assim ela me queria?
Aquilo realmente me parecia loucura! Mas não recusei.
Pus o negócio para fora e ela começou a me chupar, depois enfiei, ela pareceu gostar. Marina apenas assistia e aquilo realmente me dava tesão, o que estava acontecendo era bom, mas comer Sarah e Marina seria o êxtase completo, mesmo assim me dediquei completamente em meter na Sarah, os dois estavam gostando, era a impressão que eu tinha. Marina ali, mas alheia ao que estava acontecendo, certamente estava ocupada pensando onde diabos estava e como diabos chegou ali. Gozei, Sarah também, era bom dar prazer para uma mulher, ainda mais quando é ela que abre as pernas pra mim, pede pra meter e ainda me chupa antes.
Retornei ao quarto onde achei- as inicialmente, a garrafa continuava lá, minha. As meninas também queriam beber, achamos uns copos e entornamos o líquido, achamos alguns cigarros, conversamos sobre como íamos fazer para saber onde diabos estavamos, mas a verdade é que ali estava bom para todos nós. Adormeci. Quando acordei vi um jovem nu sentado a meu lado me olhando dormir, o reconheci sendo o garoto que estava sendo comido mais cedo, aquilo não me parecia certo, eu era careta e queria continuar sendo, me afastei dele, ele chegou mais perto, parecia que queria dar o cú para mim, eu não queria! Saí correndo de lá, foi melhor para mim e para o garoto. Aonde estariam as meninas? Depois de andar um pouco avistei-as. Marina estava chupando Sarah e o rapaz que antes estava comendo o garoto, se masturbava loucamente. Fiz o mesmo. Aquela cena era tudo que eu queria ver. De repente, Marina disse:
- Quer me comer?
PORRA! Ele era bonito e ela queria dar pra ele, eu sabia que elas estavam ali se chupando só pra deixá- lo louco antes de abrir as pernas para ele, notei desde o ínico. Mas PORRA! Ela poderia ter feito isso comigo. INDIGNADO, continuei ali me masturbando. Enquanto ele a comia, elas se beijavam, se bolinavam, fazendo o cara ficar com mais tesão e eu também! Resolvi entrar no quarto. Sarah já havia me dado, porque não outra vez? Quando me viram, pararam o que estavam fazendo, sentei perto de Sarah, ela se afastou. O jovemzinho pederasta também entrou no quarto. Sarah e Marina se levantaram, se afastando de mim. O rapaz que comia a todos chegou mais perto e afirmou:
- Vou te comer!
DROGA! Percebi que não estava sendo bem- vindo ali. Saí correndo. Eu era careta e não queria mudar isso. Já sabia onde era a porta de saída, antes é que não queria sair, mas agora já havia tomado minha decisão. Abri. A luz solar me atingiu como facas. Por sorte avistei um táxi logo que saí.
Tem dias em que realmente não se deve levantar da cama...
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