― O amor não existe, Vladimir? É ridículo você afirmar isto...
― O amor realmente não existe, Daniel, e existe algo sublime que o substitui! Ahhhh, a paixão, um sentimento tão intenso, uma perturbação, uma desordem completa, um afeto violento, uma coisa ardente, tudo vivo...
― Você tá falando do amor ou da paixão?
― Da paixão, seu idiota! O amor é a mesma coisa, só que vai morrendo, vai definhando, sempre acontece assim. A paixão não, ela some antes de morrer e aí vem outra e você se apaixona de novo e de novo e de novo. Como a paixão é melhor, Daniel. E o amor não existe. É tudo ilusão. É ridículo pensar que o amor é o sentimento mais bonito, e quando falo assim, estou falando sobre o sentimento de homem e mulher, marido e esposa, tudo é mentira, sempre existe algum interesse por trás, sempre algum dos dois quer alguma coisa. Na paixão não há prisão, é o que há de mais verdadeiro, é liberdade, é curtir o momento. Todos deveriam saber disso. Acreditar em alguma coisa que não existe e ter isso apenas pra depois “quebrar a cara” é derradeiro, é o fim.
― Eu não vou discutir contigo. Sei que não vou conseguir mudar seu pensamento. Então, é melhor pararmos. Você continua aí acreditando na não existência do amor e eu aqui com o que acredito. Agora vou indo, já está tarde e já bebemos demais por hoje.
Daniel sabia da verdade, mas sabia também que não adiantava falar nada para Vladimir, ele estava muito amargurado, havia passado por uma grande dor da qual ainda não havia se recuperado. Dan sabia que o amor existia SIM, mas só daria certo com a pessoa certa, com a pessoa especial, de outra maneira só causaria tristezas, mentiras, dores, arrependimentos e logo morreria. Era o que havia acontecido com Vladimir, acreditou, se entregou, confiou na pessoa errada e aí “quebrou a cara”, desde que isto aconteceu vive por aí cuspindo amarguras. No final a culpa nem sua era, mas não adiantava falar...
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Nessas madrugadas...
Novamente eu estava por aí, bêbado, completamente bêbado.
Estava acompanhado de poucos amigos e estávamos nos dirigindo para outro bar, era de madrugada, mas não mais que 2 da manhã, CREIO EU, mas minhas crenças não tem muito valor; quando estou neste estado, e te afirmo, isso acontece QUASE SEMPRE, perco a noção de tempo, então muito provavelmente o horário que te afirmo esteja atrasado ou adiantado umas 3 horas, mas isso não importa, eu acho.
Continuando, estávamos saindo daquele bar, a música era boa ali, mas a linda cidade provinciana em que moro tem certos rituais, e eu não estou nem um pouco me importando com eles, mas os drogas que me acompanhavam os querem seguir, então não sei por que os acompanhei. Seguíamos de pé, o outro local era perto e praticamente todos que estavam no lugar de início estavam se dirigindo para o outro. MAS apenas nós, fomos por um caminho meio abandonado, e só J.C saberia explicar o porquê disso.
Eu estava um pouco afastado do grupo, me escorando nas paredes, fui deixado para trás, mas aquilo não me incomodava nem um pouco. Continuei ali, seguindo, forte, me escorando nas paredes. De repente vi uma coisa um pouco estranha, tinha um cara sem roupa, tendo todo o corpo completamente chupado por um outro cara, mais alto e bem mais forte vestido com uma capa preta, uma máscara branca e emanando uma luz vermelha ao redor de todo o seu corpo.
― QUE MERDA É ESSA? Gritei eu.
Eles não se incomodaram. Me olharam por alguns instantes, mas continuaram ali, firmes, fortes, se amando.
Aquilo não me incomodava, CREIA! Foi apenas um susto do início. Eu era heterossexual! Mas não via problemas nenhum em quem não aceitava essa idéia e também não via problema algum dum cara de capa, máscara e emanando luz vermelha por todo o seu corpo chupar um cara menor e completamente sem roupa no meio da rua.
― SÓ EU ESTAVA VENDO AQUILO, J.C?
Olhei para frente, para chamar qualquer um dos bostas que estavam comigo, mas não consegui enxergar nenhum deles. Ótimo.
Como já foi dito anteriormente, estávamos numa cidade provinciana, se fazendo de moderninha, mas com infinitos preconceitos encrustados, era terrível! E não sei porque me senti na obrigação de avisá-los, de protegê- los, mas o que eu, um bêbado, caminhando escorando pelas ruas poderia fazer?
Resolvi alerta- los apenas, era o mínimo e MÁXIMO que eu poderia fazer. Cheguei mais perto, eles não pararam.
― Ei, senhores.
E nada!
― Ei, senhores.
Finalmente eles olharam.
― Desculpa atrapalhar a diversão aí de vocês, mas acho que vocês não são daqui, e para um casal assim como vocês, é perigoso estar assim no meio da rua. Tomem cuidado, infelizmente não é seguro pra vocês estarem aqui, desse jeito. Sério, tomem cuidado!
― Você é homofóbico? O cara de capa preta bradou, numa voz que parecia vir diretamente das profundezas do inferno.
― Eu? Não, não! Tenho uma infinidade de defeitos, mas respeito esse lance, acho que todos tem liberdade para fazerem o que quiserem, principalmente sexualmente. Não tem sentido não gostar de foder uma boa buceta e ter que fazê-lo só porque a sociedade quer. Não tenho nada contra a opção sexual de vocês, caras. Só acho que é melhor tomar mais cuidado, pro bem de vocês.
A LUZ VERMELHA DO GRANDÃO COM VOZ ESCURA E PESADA NÃO PARAVA DE BRILHAR!
― Obrigada. Realmente obrigada pelo toque, mas tome cuidado também, você não me parece muito bem.
― Ahhhh... não se preocupe comigo. Já estou acostumado a andar sempre assim.
― De qualquer jeito, tome cuidado. Vamos tomar cuidado por aqui também.
O PEQUENO NÃO FALAVA NADA E A LUZ DO GRANDÃO CONTINUAVA A CHEGAR.
― Adeus, senhores.
― Adeus, Vladimir Bepe.
Como ele sabia meu nome eu realmente não sei, mas no momento a maior preocupação era chegar logo no bar. Continuei andando. Olhei para trás e não vi mais o casal. Não lembro de mais nada, acordei bêbado em algum lugar que eu não sei realmente onde era, mas isso nunca me incomodou...
Estava acompanhado de poucos amigos e estávamos nos dirigindo para outro bar, era de madrugada, mas não mais que 2 da manhã, CREIO EU, mas minhas crenças não tem muito valor; quando estou neste estado, e te afirmo, isso acontece QUASE SEMPRE, perco a noção de tempo, então muito provavelmente o horário que te afirmo esteja atrasado ou adiantado umas 3 horas, mas isso não importa, eu acho.
Continuando, estávamos saindo daquele bar, a música era boa ali, mas a linda cidade provinciana em que moro tem certos rituais, e eu não estou nem um pouco me importando com eles, mas os drogas que me acompanhavam os querem seguir, então não sei por que os acompanhei. Seguíamos de pé, o outro local era perto e praticamente todos que estavam no lugar de início estavam se dirigindo para o outro. MAS apenas nós, fomos por um caminho meio abandonado, e só J.C saberia explicar o porquê disso.
Eu estava um pouco afastado do grupo, me escorando nas paredes, fui deixado para trás, mas aquilo não me incomodava nem um pouco. Continuei ali, seguindo, forte, me escorando nas paredes. De repente vi uma coisa um pouco estranha, tinha um cara sem roupa, tendo todo o corpo completamente chupado por um outro cara, mais alto e bem mais forte vestido com uma capa preta, uma máscara branca e emanando uma luz vermelha ao redor de todo o seu corpo.
― QUE MERDA É ESSA? Gritei eu.
Eles não se incomodaram. Me olharam por alguns instantes, mas continuaram ali, firmes, fortes, se amando.
Aquilo não me incomodava, CREIA! Foi apenas um susto do início. Eu era heterossexual! Mas não via problemas nenhum em quem não aceitava essa idéia e também não via problema algum dum cara de capa, máscara e emanando luz vermelha por todo o seu corpo chupar um cara menor e completamente sem roupa no meio da rua.
― SÓ EU ESTAVA VENDO AQUILO, J.C?
Olhei para frente, para chamar qualquer um dos bostas que estavam comigo, mas não consegui enxergar nenhum deles. Ótimo.
Como já foi dito anteriormente, estávamos numa cidade provinciana, se fazendo de moderninha, mas com infinitos preconceitos encrustados, era terrível! E não sei porque me senti na obrigação de avisá-los, de protegê- los, mas o que eu, um bêbado, caminhando escorando pelas ruas poderia fazer?
Resolvi alerta- los apenas, era o mínimo e MÁXIMO que eu poderia fazer. Cheguei mais perto, eles não pararam.
― Ei, senhores.
E nada!
― Ei, senhores.
Finalmente eles olharam.
― Desculpa atrapalhar a diversão aí de vocês, mas acho que vocês não são daqui, e para um casal assim como vocês, é perigoso estar assim no meio da rua. Tomem cuidado, infelizmente não é seguro pra vocês estarem aqui, desse jeito. Sério, tomem cuidado!
― Você é homofóbico? O cara de capa preta bradou, numa voz que parecia vir diretamente das profundezas do inferno.
― Eu? Não, não! Tenho uma infinidade de defeitos, mas respeito esse lance, acho que todos tem liberdade para fazerem o que quiserem, principalmente sexualmente. Não tem sentido não gostar de foder uma boa buceta e ter que fazê-lo só porque a sociedade quer. Não tenho nada contra a opção sexual de vocês, caras. Só acho que é melhor tomar mais cuidado, pro bem de vocês.
A LUZ VERMELHA DO GRANDÃO COM VOZ ESCURA E PESADA NÃO PARAVA DE BRILHAR!
― Obrigada. Realmente obrigada pelo toque, mas tome cuidado também, você não me parece muito bem.
― Ahhhh... não se preocupe comigo. Já estou acostumado a andar sempre assim.
― De qualquer jeito, tome cuidado. Vamos tomar cuidado por aqui também.
O PEQUENO NÃO FALAVA NADA E A LUZ DO GRANDÃO CONTINUAVA A CHEGAR.
― Adeus, senhores.
― Adeus, Vladimir Bepe.
Como ele sabia meu nome eu realmente não sei, mas no momento a maior preocupação era chegar logo no bar. Continuei andando. Olhei para trás e não vi mais o casal. Não lembro de mais nada, acordei bêbado em algum lugar que eu não sei realmente onde era, mas isso nunca me incomodou...
domingo, 7 de novembro de 2010
Ratos na alma
Acordou como se estivesse sendo comido por dentro, por ratos, eles ali, dentro dele, comendo todos os seus órgãos internos, dor, dor, um homem era só isso: ossos, sangue e principalmente dor. Mas o que ele poderia fazer?
Tentou levantar- se, mas não conseguiu. Estava impotente. Vomitou. Antes, conseguiu virar a cabeça para o lado. Algo esverdeado sujou o chão, mais avermelhado que esverdeado exatamente, sangue, percebeu logo. Realmente não estava bem.
Não era a morte que o assustava, o pior eram as coisas que iriam se passar antes dela, muita dor? Sofrimento ?
― Porque a morte não vem logo, J.C? QUE MERDA!
Não poderia morrer ali, daquela maneira. Ainda tinha muito para escrever, para beber, fumar, foder. DAQUELE JEITO NÃO, era tudo que pedia.
― Quero uma morte tranquila, merda!
Novamente se esforçou para levantar, dessa vez conseguiu sentar- se. Vomitou novamente, dessa vez, viu apenas vermelhidão. Preocupou- se mais ainda.
Se tivesse um fósforo a alcance, com toda certeza colocaria fogo naquilo tudo, em si mesmo, seria mais tranquilo, mas nem isso conseguiu achar do lugar que estava.
Todos aqueles poemas que escrevera, toda uma vida dedicada à arte. Onde estavam aqueles filhos- duma- mãe que sempre apareciam nas horas mais inoportunas para beber da sua cerveja? Iriam- no deixar morrer ali sozinho? E todas aquelas putas que comera? Onde estavam? Até a companhia daqueles malditos serviriam. Ele só não queria morrer ali sozinho!
De que adiantou todas as letras, bebidas, cigarros, drogas, fodas, se ali na hora final estava sozinho? Foi abandonado por todas as suas companhias da vida inteira. Nenhuma...
―MALDITOS SEJAM!
Fez- se de durão a vida inteira, e agora estava ali, chorando, mole, mole, mole. Era o que ele realmente era. Mole!
Vladimir odiava a realidade. Gostava mesmo era de escrever, ou beber, que era quando saia da realidade. Mas possuía consciência que só na realidade poderia conseguir uma boa foda, cigarros e comprar o álcool.
Tinha consciência que a liberdade humana consistia em ter ciência do absurdo da vida e apenas!
E como aquela era absurda, toda a sua vida tinha sido absurda...
Passou a vida sendo solitário, o seu final iria ser igual, mas queria ter se preparado mais um pouco. E a morte poderia chegar toda gostosa, mostrando as pernas, num vestido preto e dizer:
―Vamos, gatão?
Ele iria! Jurou para si mesmo que iria sem problemas algum.
― Mas daquele jeito, J.C? Porque ?
Olhou para o lado, viu umas garrafas vazias. Nada para beber e se o fizesse provavelmente não daria muito certo. Nenhum cigarro. A única visão eram livros, livros, livros, deles de outros, passara a vida se dedicando a isso. E agora? De que aquelas merdas adiantavam?
Como uma mulher com quem poderia ter passado a vida toda lhe serviria naquele momento, ou filhos barulhentos e chorões. Depois pensou melhor, qualquer companhia serviria naquele momento, e se estes existissem teriam arruinado TODA a sua vida, OU NÃO!
Pensou em ligar para alguém, mas a morte não tinha tido legal nem a respeito do horário, eram 3 horas da manhã, que merda, J.C, se ligasse não o iriam atender, ou iriam desligar na sua cara. Então desistiu.
Olhou novamente para todas as garrafas vazias, os filtros de cigarro jogados no chão, a imundície em que vivia. Olhou para os livros, eles continuavam ali, sólidos, inabaláveis, ele queria estar assim também. Mas não o pôde...
E morreu ali, sozinho, os ratos comendo sua alma, MAS OS RATOS FAZIAM PARTE DE SUA ALMA. Morreu ali, sozinho e sujo...
Tentou levantar- se, mas não conseguiu. Estava impotente. Vomitou. Antes, conseguiu virar a cabeça para o lado. Algo esverdeado sujou o chão, mais avermelhado que esverdeado exatamente, sangue, percebeu logo. Realmente não estava bem.
Não era a morte que o assustava, o pior eram as coisas que iriam se passar antes dela, muita dor? Sofrimento ?
― Porque a morte não vem logo, J.C? QUE MERDA!
Não poderia morrer ali, daquela maneira. Ainda tinha muito para escrever, para beber, fumar, foder. DAQUELE JEITO NÃO, era tudo que pedia.
― Quero uma morte tranquila, merda!
Novamente se esforçou para levantar, dessa vez conseguiu sentar- se. Vomitou novamente, dessa vez, viu apenas vermelhidão. Preocupou- se mais ainda.
Se tivesse um fósforo a alcance, com toda certeza colocaria fogo naquilo tudo, em si mesmo, seria mais tranquilo, mas nem isso conseguiu achar do lugar que estava.
Todos aqueles poemas que escrevera, toda uma vida dedicada à arte. Onde estavam aqueles filhos- duma- mãe que sempre apareciam nas horas mais inoportunas para beber da sua cerveja? Iriam- no deixar morrer ali sozinho? E todas aquelas putas que comera? Onde estavam? Até a companhia daqueles malditos serviriam. Ele só não queria morrer ali sozinho!
De que adiantou todas as letras, bebidas, cigarros, drogas, fodas, se ali na hora final estava sozinho? Foi abandonado por todas as suas companhias da vida inteira. Nenhuma...
―MALDITOS SEJAM!
Fez- se de durão a vida inteira, e agora estava ali, chorando, mole, mole, mole. Era o que ele realmente era. Mole!
Vladimir odiava a realidade. Gostava mesmo era de escrever, ou beber, que era quando saia da realidade. Mas possuía consciência que só na realidade poderia conseguir uma boa foda, cigarros e comprar o álcool.
Tinha consciência que a liberdade humana consistia em ter ciência do absurdo da vida e apenas!
E como aquela era absurda, toda a sua vida tinha sido absurda...
Passou a vida sendo solitário, o seu final iria ser igual, mas queria ter se preparado mais um pouco. E a morte poderia chegar toda gostosa, mostrando as pernas, num vestido preto e dizer:
―Vamos, gatão?
Ele iria! Jurou para si mesmo que iria sem problemas algum.
― Mas daquele jeito, J.C? Porque ?
Olhou para o lado, viu umas garrafas vazias. Nada para beber e se o fizesse provavelmente não daria muito certo. Nenhum cigarro. A única visão eram livros, livros, livros, deles de outros, passara a vida se dedicando a isso. E agora? De que aquelas merdas adiantavam?
Como uma mulher com quem poderia ter passado a vida toda lhe serviria naquele momento, ou filhos barulhentos e chorões. Depois pensou melhor, qualquer companhia serviria naquele momento, e se estes existissem teriam arruinado TODA a sua vida, OU NÃO!
Pensou em ligar para alguém, mas a morte não tinha tido legal nem a respeito do horário, eram 3 horas da manhã, que merda, J.C, se ligasse não o iriam atender, ou iriam desligar na sua cara. Então desistiu.
Olhou novamente para todas as garrafas vazias, os filtros de cigarro jogados no chão, a imundície em que vivia. Olhou para os livros, eles continuavam ali, sólidos, inabaláveis, ele queria estar assim também. Mas não o pôde...
E morreu ali, sozinho, os ratos comendo sua alma, MAS OS RATOS FAZIAM PARTE DE SUA ALMA. Morreu ali, sozinho e sujo...
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Naqueles dias...
Levantei da cama e achei que tudo fosse dar errado naquele dia. Pior é quando você tem essa impressão logo quando nasce, pra mim nem vale tentar mais. Se você tem essa impressão logo quando nasce, J.C, desista logo, ou então se embebede o máximo possível pra esquecer isto.
É assim que eu resolvo a minha questão.
Como estava dizendo, levantei da cama. A verdade é que não era uma cama, estava deitado no chão. É ruim quando você acorda e acha que tudo vai dar errado no dia, pior ainda é quando você acorda deitado num lugar que você não sabe a mínima onde diabos é.
Por sorte achei uma garrafa de vinho abandonada, tornei-a minha.
Olhei para todos os lados, não vi ninguém, resolvi desbravar um pouco mais o lugar.
Um dos quartos estava com a porta aberta, vi duas mulheres deitadas, NUAS, não acreditei, cheguei mais perto e elas realmente estavam ali NUAS, elas eram lindas, uns cabelos compridos, uns rostos de boneca, peitos, J.C, que peitos! peitos, rostos, cabelos, pernas, o que diabos estava acontecendo ali?
Resolvi boliná- las.
A ânsia de vômito que já me acompanhava desde que me levantei voltou, virei a cabeça para o lado e vomitei. Algo do dia anterior realmente não me fez bem. As mulheres acordaram, não sei se pelo barulho, pelo cheiro ácido do vômito ou pela bolinação.
A loira levantou, viu a cena e saiu correndo. A morena ficou ali, perguntou até se eu estava bem e continuou nua com as pernas meio abertas querendo que eu a comesse, pensei. Eu nunca gostei de loiras mesmo, tentei me enganar.
Como seria bom as duas ali, nuas naquela cama, J.C!
A morena que até o momento parecia querer dar pra mim teve um surto e se levantou rapidamente procurando algo para se cobrir. Conseguiu. Então tentei continuar a conversa...
- Você lembra como chegamos aqui? E o que estavamos fazendo ontem a noite?
- Não, a verdade é que não lembro de nada.
Ela sabia o mesmo que eu.
Isso não era bom!
Fomos atrás da loira, ela poderia saber de algo.
Eu estava vestido, a blusa muito suja de bebida e vômito, mas pelo menos estava vestido. Andamos. A casa era enorme. A loira estava sentada num sofá, fomos naquela direção. Mas antes disso vimos um casal de homens, também nus, transando. Aquela cena não me foi lá muito bonita, eu era careta e não queria mudar isso, o casal pode até ter nos notado, mas não pararam, continuaram ali, entretidos no ato. A morena que se chamava Marina, de olhos e boca calmos, mentiu que não sabiam quem eles eram, cheguei a essa conclusão sozinho depois. Seguimos em direção à loira. Marina a conhecia, o nome dela era Sarah, ela também não sabia muito sobre a noite anterior, tinha mãos e gestos agitados, ainda estava nua e me deu um susto quando disse:
- Quer me comer?
Eu não era muito feio, mas poxa, eu estava mal cheiroso, bêbado e precisava de cigarros, eu estava enfraquecido com aquilo tudo e mesmo assim ela me queria?
Aquilo realmente me parecia loucura! Mas não recusei.
Pus o negócio para fora e ela começou a me chupar, depois enfiei, ela pareceu gostar. Marina apenas assistia e aquilo realmente me dava tesão, o que estava acontecendo era bom, mas comer Sarah e Marina seria o êxtase completo, mesmo assim me dediquei completamente em meter na Sarah, os dois estavam gostando, era a impressão que eu tinha. Marina ali, mas alheia ao que estava acontecendo, certamente estava ocupada pensando onde diabos estava e como diabos chegou ali. Gozei, Sarah também, era bom dar prazer para uma mulher, ainda mais quando é ela que abre as pernas pra mim, pede pra meter e ainda me chupa antes.
Retornei ao quarto onde achei- as inicialmente, a garrafa continuava lá, minha. As meninas também queriam beber, achamos uns copos e entornamos o líquido, achamos alguns cigarros, conversamos sobre como íamos fazer para saber onde diabos estavamos, mas a verdade é que ali estava bom para todos nós. Adormeci. Quando acordei vi um jovem nu sentado a meu lado me olhando dormir, o reconheci sendo o garoto que estava sendo comido mais cedo, aquilo não me parecia certo, eu era careta e queria continuar sendo, me afastei dele, ele chegou mais perto, parecia que queria dar o cú para mim, eu não queria! Saí correndo de lá, foi melhor para mim e para o garoto. Aonde estariam as meninas? Depois de andar um pouco avistei-as. Marina estava chupando Sarah e o rapaz que antes estava comendo o garoto, se masturbava loucamente. Fiz o mesmo. Aquela cena era tudo que eu queria ver. De repente, Marina disse:
- Quer me comer?
PORRA! Ele era bonito e ela queria dar pra ele, eu sabia que elas estavam ali se chupando só pra deixá- lo louco antes de abrir as pernas para ele, notei desde o ínico. Mas PORRA! Ela poderia ter feito isso comigo. INDIGNADO, continuei ali me masturbando. Enquanto ele a comia, elas se beijavam, se bolinavam, fazendo o cara ficar com mais tesão e eu também! Resolvi entrar no quarto. Sarah já havia me dado, porque não outra vez? Quando me viram, pararam o que estavam fazendo, sentei perto de Sarah, ela se afastou. O jovemzinho pederasta também entrou no quarto. Sarah e Marina se levantaram, se afastando de mim. O rapaz que comia a todos chegou mais perto e afirmou:
- Vou te comer!
DROGA! Percebi que não estava sendo bem- vindo ali. Saí correndo. Eu era careta e não queria mudar isso. Já sabia onde era a porta de saída, antes é que não queria sair, mas agora já havia tomado minha decisão. Abri. A luz solar me atingiu como facas. Por sorte avistei um táxi logo que saí.
Tem dias em que realmente não se deve levantar da cama...
É assim que eu resolvo a minha questão.
Como estava dizendo, levantei da cama. A verdade é que não era uma cama, estava deitado no chão. É ruim quando você acorda e acha que tudo vai dar errado no dia, pior ainda é quando você acorda deitado num lugar que você não sabe a mínima onde diabos é.
Por sorte achei uma garrafa de vinho abandonada, tornei-a minha.
Olhei para todos os lados, não vi ninguém, resolvi desbravar um pouco mais o lugar.
Um dos quartos estava com a porta aberta, vi duas mulheres deitadas, NUAS, não acreditei, cheguei mais perto e elas realmente estavam ali NUAS, elas eram lindas, uns cabelos compridos, uns rostos de boneca, peitos, J.C, que peitos! peitos, rostos, cabelos, pernas, o que diabos estava acontecendo ali?
Resolvi boliná- las.
A ânsia de vômito que já me acompanhava desde que me levantei voltou, virei a cabeça para o lado e vomitei. Algo do dia anterior realmente não me fez bem. As mulheres acordaram, não sei se pelo barulho, pelo cheiro ácido do vômito ou pela bolinação.
A loira levantou, viu a cena e saiu correndo. A morena ficou ali, perguntou até se eu estava bem e continuou nua com as pernas meio abertas querendo que eu a comesse, pensei. Eu nunca gostei de loiras mesmo, tentei me enganar.
Como seria bom as duas ali, nuas naquela cama, J.C!
A morena que até o momento parecia querer dar pra mim teve um surto e se levantou rapidamente procurando algo para se cobrir. Conseguiu. Então tentei continuar a conversa...
- Você lembra como chegamos aqui? E o que estavamos fazendo ontem a noite?
- Não, a verdade é que não lembro de nada.
Ela sabia o mesmo que eu.
Isso não era bom!
Fomos atrás da loira, ela poderia saber de algo.
Eu estava vestido, a blusa muito suja de bebida e vômito, mas pelo menos estava vestido. Andamos. A casa era enorme. A loira estava sentada num sofá, fomos naquela direção. Mas antes disso vimos um casal de homens, também nus, transando. Aquela cena não me foi lá muito bonita, eu era careta e não queria mudar isso, o casal pode até ter nos notado, mas não pararam, continuaram ali, entretidos no ato. A morena que se chamava Marina, de olhos e boca calmos, mentiu que não sabiam quem eles eram, cheguei a essa conclusão sozinho depois. Seguimos em direção à loira. Marina a conhecia, o nome dela era Sarah, ela também não sabia muito sobre a noite anterior, tinha mãos e gestos agitados, ainda estava nua e me deu um susto quando disse:
- Quer me comer?
Eu não era muito feio, mas poxa, eu estava mal cheiroso, bêbado e precisava de cigarros, eu estava enfraquecido com aquilo tudo e mesmo assim ela me queria?
Aquilo realmente me parecia loucura! Mas não recusei.
Pus o negócio para fora e ela começou a me chupar, depois enfiei, ela pareceu gostar. Marina apenas assistia e aquilo realmente me dava tesão, o que estava acontecendo era bom, mas comer Sarah e Marina seria o êxtase completo, mesmo assim me dediquei completamente em meter na Sarah, os dois estavam gostando, era a impressão que eu tinha. Marina ali, mas alheia ao que estava acontecendo, certamente estava ocupada pensando onde diabos estava e como diabos chegou ali. Gozei, Sarah também, era bom dar prazer para uma mulher, ainda mais quando é ela que abre as pernas pra mim, pede pra meter e ainda me chupa antes.
Retornei ao quarto onde achei- as inicialmente, a garrafa continuava lá, minha. As meninas também queriam beber, achamos uns copos e entornamos o líquido, achamos alguns cigarros, conversamos sobre como íamos fazer para saber onde diabos estavamos, mas a verdade é que ali estava bom para todos nós. Adormeci. Quando acordei vi um jovem nu sentado a meu lado me olhando dormir, o reconheci sendo o garoto que estava sendo comido mais cedo, aquilo não me parecia certo, eu era careta e queria continuar sendo, me afastei dele, ele chegou mais perto, parecia que queria dar o cú para mim, eu não queria! Saí correndo de lá, foi melhor para mim e para o garoto. Aonde estariam as meninas? Depois de andar um pouco avistei-as. Marina estava chupando Sarah e o rapaz que antes estava comendo o garoto, se masturbava loucamente. Fiz o mesmo. Aquela cena era tudo que eu queria ver. De repente, Marina disse:
- Quer me comer?
PORRA! Ele era bonito e ela queria dar pra ele, eu sabia que elas estavam ali se chupando só pra deixá- lo louco antes de abrir as pernas para ele, notei desde o ínico. Mas PORRA! Ela poderia ter feito isso comigo. INDIGNADO, continuei ali me masturbando. Enquanto ele a comia, elas se beijavam, se bolinavam, fazendo o cara ficar com mais tesão e eu também! Resolvi entrar no quarto. Sarah já havia me dado, porque não outra vez? Quando me viram, pararam o que estavam fazendo, sentei perto de Sarah, ela se afastou. O jovemzinho pederasta também entrou no quarto. Sarah e Marina se levantaram, se afastando de mim. O rapaz que comia a todos chegou mais perto e afirmou:
- Vou te comer!
DROGA! Percebi que não estava sendo bem- vindo ali. Saí correndo. Eu era careta e não queria mudar isso. Já sabia onde era a porta de saída, antes é que não queria sair, mas agora já havia tomado minha decisão. Abri. A luz solar me atingiu como facas. Por sorte avistei um táxi logo que saí.
Tem dias em que realmente não se deve levantar da cama...
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